Capitulo Seis:Fugir, Fugir e Fugir.
A avó de Tina o chama, à garota maluca me olha e pega pelo braço me levando para o fundo da casa, tropeçando em tudo chego aos fundos me escondo e apenas ouço a conversa entre as duas.
Ouvindo a conversa a avó de Tina pede ajuda a ela com as compras, guardando os alimentos Tina pergunta se esta tudo bem e se não a nada de errado, que fez durante o dia, e sua avó diz que foi apenas no mercado e passou à tarde em casa, oferece um copo de chá que ela fez, Tina pergunta se sua querida-avó tomou hoje, dando risadas diz que sim e que estava muito bom, arregalando os olhos e com um papo furado dizendo que esqueceu uma coisa em sua casa a garota maluca vai embora me deixando na casa do terror.
Respirando sem folego escondido nos fundos da casa sabendo que Tina me largo aqui, olho nos cantos e não consigo ver nada apenas um varal com roupas e um lençol estendido que chega até o chão e do outro lado a um muro grande, essa é uma boa hora pra começar a bolar um plano. Fugir desse lugar seria uma boa ideia mais não sei pra onde ir e se esconder, tento ouvi-la, mas não consigo descido então esperar. Olho em meu relógio de pulso e se passaram duas horas aqui sem poder fazer absolutamente nada com medo dos pés a cabeça, tenho que sair deste lugar, fugir desse inferno, cansado de esperar caminho até a porta dos fundos, vejo que os cômodos então todos apagados, hora de dormir chegou, aproveito a brecha vou sair desse terror as janelas com grades e o inesperado acontece à porta de saída esta trancada completando a desgraçada, tenho que achar a maldita chave, em alguns segundos antes de entrar neste lugar achei que seria seguro quando Tina me trouxe, mais vi que me colocou em um problema, pensei em matar sua avó em quanto dormia, não sou eu o assassino, então vou ter que quebrar a porta, sigo em direção a cozinha buscar algo para arrombar a maçaneta da porta e fugir, o que consigo achar um em uma das gavetas uma faca de cortar frango e um marreta de cozinha, não é muita coisa mais é o suficiente, com a faca coloco entre a fechadura e com a marreta bato com todo a força, sem obtendo nenhum sucesso continuo insistindo a quebra-la, me assusto com o barulho infernal vindo do andar de cima, sim me sinto em tremendo desespero, um grito que me faz lembrar que estou prestes a morrer, sem nenhum sucesso na porta deixou a marreta de cozinha fico com a faca para me defender, volto a se esconder novamente nos fundos da casa ,com faca em minha mão direita esperando para golpeá-la ,a maldita criatura desce as escadas correndo e gritando sem controle, vejo aquele lençol enorme, tiro do varal e espero a criatura vir , ao me ver nos fundos a terrível besta torna a gritar escandalosamente ,correndo jogo o lençol sobre a maldita e empurro-a cair dentro de um cômodo pequeno onde fica produtos para limpeza e fecho-a ganhando um tempo, subo até o andar de cima, entro em seu quarto e vejo a chave do lado de um copo com uma dentadura, apanho as chaves e desço as escadarias abro a droga da porta e ao sair tranco a porta com as chaves para que a criatura não escape .Olhando em minha volta, vejo uma rua sem saída nem se quer luz em algum poste ,tudo esta escuro em um asfalto com solidão. Guardei a faca de cozinha em minha cintura, cansado, com fome, medo e sozinho, dificilmente vou sobreviver daqui pra frente não se sabe o que esta acontecendo e o porquê disso tudo. Sigo até outra rua pelo único lado que tenho, entre as esquinas e do outro lado da rua consigo ver duas pessoas correndo sendo perseguidas por uma daquelas coisas, a maldita besta derruba uma delas, espantando a criatura agredindo com total brutalidade até conseguir mata-la com as próprias mãos. Com as pernas tremendo de tanto pavor ao presenciar ume pesadelo real, me sentindo uma criança com medo do escuro, olhando o demônio com sangue nas mãos com um enorme prazer de ter tirado uma vida, dominado por uma epidemia que ainda sem saber de onde veio o que faz, más de uma coisa sei que devo ficar o distante desses seres e tentar viver o máximo possível. Impressionado ao ver Tina caminhando e vindo bem onde estou ,apavorada me da um abraço forte pedindo desculpas pelo o que fez , conto a ela sobre sua querida avó e começa a chorar chamando a atenção de quem não devia, a maldita besta nos viu, seguro o braço de Tina e começamos a correr desesperados. Com o desgraçado correndo atrás de nós sobre ruas escuras e medonhas, com uma garota maluca que só me trouxe problema até agora, ainda me sinto vivo por milagre e sorte, queria eu ter a sorte de acordar fora deste pesadelo.







