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terça-feira, 27 de abril de 2010

Sobrevivência

Capitulo Três: A Contaminação


Encostado em meu canto,lembrando as terríveis imagens que hoje presenciei,tremendo sem saber o que acontece,descido tomar um copo d'água para tentar me acalmar,vou a cozinha de minha mãe apanho um copo,coloco a água tremendo,
levanto o copo a poucos centímetros de minha boca,o copo escorrega de minha mão quebrando ao chegar ao solo,
me assusto com o barulho dos vidros,e por aquele segundo estava paralisado.Àpos alguns minutos sem conseguir se mover
olho a meus pés e vejo em frente os vidros do copo,nessas horas nem penso em limpar aquilo volto a meu quarto,o medo
é tanto que mal consigo beber água,descido então ligar a TV, também não esta pegando, tento até o radio velho de minha avó,
por incrível que pareça ele pega em uma radio AM,parece que pego um aviso pela metade ouço com atenção:

"Não tomem água de torneiras ou qualquer tipo de água,por que podem estar com uma doença contagiosa,tenham muita atenção
essa doença pode causar..."

À transmissão começa a ficar ruim e não entendo,tento arrumar colocar em varias direçôes mas
nenhum sucesso,desligo de vez o velho radio,começo a refletir a frase dita.
-Água contaminada?
Volto a cozinha,olho os vidros ao chão e a água espalhada,e eu quase bebi a água amaldiçoada.
-Será isso a resposta pra todo o terror que passei?
Descido então sair a procura de respostas,abro a porta da cozinha com maior silencio e sair na rua a procura de alguém qualquer,
sigo ao corredor com cautela,ao chão vejo um cabo de vassoura e apanho para me defender caso algo aconteça alias vou passar pela casa
maldita.Em frente alguns metros vejo a porta da cozinha ainda esta aberta e me aproximo da porta com o cabo de vassoura em maus,passamdo pelo cómodo sigo até portão que vai a garagem,abrindo o trinco escuto algo cair dentro da casa,fico curioso e volto em direção do
barulho pela cozinha,ao entrar vejo sangue nas paredes a direita de minha visão escorrido proximo ao corredor dos quartos, seguindo a mancha a primeira porta a esquerda esta aberta e vejo ao chão um mais sangue espalhado ,paro em frente vejo adiante é o banheiro com alguns pedaços de minha Tia,tomo um tremendo susto ao escutar a ultima porta a se abrir devagar,em frente vejo entre vão da meu Tio em pé rosnando,derrepente começa
a gritar daquela forma,me assusto e bato o cabo de vassoura na porta,abrindo-a totalmente,mas a tempo me afasto e deixo cair o vaso de flores no
piso,após perceber que acabo de fazer uma cagada aparece sobre meus olhares e seu olhar de raiva e sangue em todo corpo,começo a correr em disparada
a saída desta casa,consigo chegar a porta da cozinha e fecho sem a chave fazendo com que me de tempo de ir a garagem com vida,nos portões da garagem
estão os cadeados pego todos e começo a tranca los do lado de fora,consigo termianr com vida e correndo em minha direção todo ensanguentado com fúria total disposto a querer me estrangular até a morte,com medo tropeço no degrau atrás e caido sobre a calçada vejo seu braço entendido tentando me pegar com toda força,sua boca toda babada
como se fouce um cão com raiva,totalmente espantado começo a correr a minha direita até a esquina da rua,e ao som de pneus em derrapagem,quase fui atropelado,
desesperado pesso ajuda ao motorista.

(Leandro)-Senhor por favor pode me ajudar?
(Senhor) -Você é louco?Não enxerga a rua?
(Leandro)-Senhor por favor me ajude.
(Senhor) -O que aconteceu garoto?
(Leandro)-Não tenho tempo pra explicar senhor por favor deixe-me entrar em seu carro e ir pra outro lugar
(Senhor) -Ta garoto mas qual lugar por que você esta tão desesperado assim?
(Leandro)-Eu explico no caminho
Entro em seu carro,e começo a contar a terrível historia,o senhor acha que estou maluco ou sobre efeitos de drogas e não acredita no que eu digo,diz que vai me levar ao hospital,volto a insistir na historia e nada o convence,pergunto se teve algum tipo de contato família ou alguém da rua, e me disse que acabou de sair de sua casa sem falar com ninguém e quando saio estava tudo normal,pergunto-lhe se bebeu água,e ficoespantado com a resposta a dizer que bebeu ao sair de casa,desesperado pesso pra parar o carro e me deixar,o senhor começa ficar nervoso com minhas atitudes e decide logo me levar a policia,tendo
certeza do que esta pra acontecer tomo uma atitude brusca,avanço em seu volante fazendo com que o senhor bata o carro violentamente em um muro a dois quarterões de minha casa,
uma batida violente,bato minha testa sobre o porta luvas e fico totalmente zonzo e com muita dor na cabeça,ao capo todo amassado e saindo fumaça,olho a esquerda o motorista com
nariz todo ensanguentado e com os olhos fechados,acredito que aquele não desperte agora,vejo que esta com o sinto de segurança,abro a porta para sair do carro,uso o sinto
de segurança do passageiro amarrando o com o do motorista,fazendo um tremendo embrameiro mais com a intenção dele não sair dali quando despertar.Vou dando alguns passos
com minha mão encostada sobre o machucado que por sinal doía muito.Esta prestes a escurecer,e próximo ao um carro batido e um senhor inconsciente com informações sobre o que esta
acontecendo,sem lugar a ir não tendo ideia do que fazer,aqui começa minha sobrevivência.

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