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sexta-feira, 28 de maio de 2010

Sobrevivencia



Capitulo Seis:Fugir, Fugir e Fugir.

A avó de Tina o chama, à garota maluca me olha e pega pelo braço me levando para o fundo da casa, tropeçando em tudo chego aos fundos me escondo e apenas ouço a conversa entre as duas.

Ouvindo a conversa a avó de Tina pede ajuda a ela com as compras, guardando os alimentos Tina pergunta se esta tudo bem e se não a nada de errado, que fez durante o dia, e sua avó diz que foi apenas no mercado e passou à tarde em casa, oferece um copo de chá que ela fez, Tina pergunta se sua querida-avó tomou hoje, dando risadas diz que sim e que estava muito bom, arregalando os olhos e com um papo furado dizendo que esqueceu uma coisa em sua casa a garota maluca vai embora me deixando na casa do terror.

Respirando sem folego escondido nos fundos da casa sabendo que Tina me largo aqui, olho nos cantos e não consigo ver nada apenas um varal com roupas e um lençol estendido que chega até o chão e do outro lado a um muro grande, essa é uma boa hora pra começar a bolar um plano. Fugir desse lugar seria uma boa ideia mais não sei pra onde ir e se esconder, tento ouvi-la, mas não consigo descido então esperar. Olho em meu relógio de pulso e se passaram duas horas aqui sem poder fazer absolutamente nada com medo dos pés a cabeça, tenho que sair deste lugar, fugir desse inferno, cansado de esperar caminho até a porta dos fundos, vejo que os cômodos então todos apagados, hora de dormir chegou, aproveito a brecha vou sair desse terror as janelas com grades e o inesperado acontece à porta de saída esta trancada completando a desgraçada, tenho que achar a maldita chave, em alguns segundos antes de entrar neste lugar achei que seria seguro quando Tina me trouxe, mais vi que me colocou em um problema, pensei em matar sua avó em quanto dormia, não sou eu o assassino, então vou ter que quebrar a porta, sigo em direção a cozinha buscar algo para arrombar a maçaneta da porta e fugir, o que consigo achar um em uma das gavetas uma faca de cortar frango e um marreta de cozinha, não é muita coisa mais é o suficiente, com a faca coloco entre a fechadura e com a marreta bato com todo a força, sem obtendo nenhum sucesso continuo insistindo a quebra-la, me assusto com o barulho infernal vindo do andar de cima, sim me sinto em tremendo desespero, um grito que me faz lembrar que estou prestes a morrer, sem nenhum sucesso na porta deixou a marreta de cozinha fico com a faca para me defender, volto a se esconder novamente nos fundos da casa ,com faca em minha mão direita esperando para golpeá-la ,a maldita criatura desce as escadas correndo e gritando sem controle, vejo aquele lençol enorme, tiro do varal e espero a criatura vir , ao me ver nos fundos a terrível besta torna a gritar escandalosamente ,correndo jogo o lençol sobre a maldita e empurro-a cair dentro de um cômodo pequeno onde fica produtos para limpeza e fecho-a ganhando um tempo, subo até o andar de cima, entro em seu quarto e vejo a chave do lado de um copo com uma dentadura, apanho as chaves e desço as escadarias abro a droga da porta e ao sair tranco a porta com as chaves para que a criatura não escape .Olhando em minha volta, vejo uma rua sem saída nem se quer luz em algum poste ,tudo esta escuro em um asfalto com solidão. Guardei a faca de cozinha em minha cintura, cansado, com fome, medo e sozinho, dificilmente vou sobreviver daqui pra frente não se sabe o que esta acontecendo e o porquê disso tudo. Sigo até outra rua pelo único lado que tenho, entre as esquinas e do outro lado da rua consigo ver duas pessoas correndo sendo perseguidas por uma daquelas coisas, a maldita besta derruba uma delas, espantando a criatura agredindo com total brutalidade até conseguir mata-la com as próprias mãos. Com as pernas tremendo de tanto pavor ao presenciar ume pesadelo real, me sentindo uma criança com medo do escuro, olhando o demônio com sangue nas mãos com um enorme prazer de ter tirado uma vida, dominado por uma epidemia que ainda sem saber de onde veio o que faz, más de uma coisa sei que devo ficar o distante desses seres e tentar viver o máximo possível. Impressionado ao ver Tina caminhando e vindo bem onde estou ,apavorada me da um abraço forte pedindo desculpas pelo o que fez , conto a ela sobre sua querida avó e começa a chorar chamando a atenção de quem não devia, a maldita besta nos viu, seguro o braço de Tina e começamos a correr desesperados. Com o desgraçado correndo atrás de nós sobre ruas escuras e medonhas, com uma garota maluca que só me trouxe problema até agora, ainda me sinto vivo por milagre e sorte, queria eu ter a sorte de acordar fora deste pesadelo.

terça-feira, 25 de maio de 2010

Sobrevivencia

Capitulo Cinco: Ainda a Sobreviventes
Ao escurecer daquele terrível dia,um carro batido ao meu lado com um homem inconsciente,a três quadras da minha casa com meus sentidos abalados,apenas olhando em frente a rua totalmente vazia .Solidão,medo e desespero é assim que me sinto neste momento o começo de um inferno real,a minha esquerda a um muro branco em frente alguns postes,a direita casas com luzes e outras apagadas,em uma delas vejo uma garota saindo de um portão correndo e chorando,grito para chamar atenção, em seguida ela vêem em minha direcção desesperada pedindo minha ajuda para ir a casa de sua avó, não penso duas vezes e seguida-la até tão residência,corremos até final da rua e a garota aponta que ali é a tal residência,abrindo os portões com tanto desespero que cheguei a me assustar,entrando a porta da frente primeira coisa que pergunto a ela seu nome,com polco fôlego a garota me diz seu nome Tina,falo a Tina desconhecida pra fechar todos as janelas e portas desse lugar e me contar o que aconteceu.Tina me conta sua historia de espanto,de que seus pais após o jantar foram até seus quartos e começaram a brigar,com um grito forte de uma pessoa morrendo aos poucos a garota sangue escorrendo pelas escadas e sai correndo de sua casa.Àpos a triste historia vejo uma folha com algo escrito sobre a mesa da sala,falo-a Tina e a garota apanha o folheto e -o e diz assim:"Minha neta estarei ai as nove horas me espere que preciso falar com você".O relógio da sala desperta marcando nove horas e um som vindo da porta da frente chamando pelo nome de |Tina.

Maldito Homem


Maldito você,por ser um hipócrita ao roubar o sonho de uma pequena criança.Homem maldito,o símbolo de uma coisa chamado "vida" o senhor ja o roubara,a pequena estrela ao brilhar o apagara sua luz,esse seu gesto inútil faz o céu ao escurecer ficar negro e não a mais estrelas no céu graças a você,ajuda poucos,não a todos,aos de terno não os descalço.Pergunto-me,são todos iguais perante ao grande senhor?

domingo, 23 de maio de 2010

O Beijo que entrou pela minha janela


Uma leve brisa com pequeno toque de uma nuvem

entrou pela minha janela enquanto dormia

um sopro de uma boca ao mandar o beijo encantado

que me faz despertar com um sorriso em meu rosto...

eu sabia que era você...

terça-feira, 27 de abril de 2010

Sobrevivência

Capitulo Três: A Contaminação


Encostado em meu canto,lembrando as terríveis imagens que hoje presenciei,tremendo sem saber o que acontece,descido tomar um copo d'água para tentar me acalmar,vou a cozinha de minha mãe apanho um copo,coloco a água tremendo,
levanto o copo a poucos centímetros de minha boca,o copo escorrega de minha mão quebrando ao chegar ao solo,
me assusto com o barulho dos vidros,e por aquele segundo estava paralisado.Àpos alguns minutos sem conseguir se mover
olho a meus pés e vejo em frente os vidros do copo,nessas horas nem penso em limpar aquilo volto a meu quarto,o medo
é tanto que mal consigo beber água,descido então ligar a TV, também não esta pegando, tento até o radio velho de minha avó,
por incrível que pareça ele pega em uma radio AM,parece que pego um aviso pela metade ouço com atenção:

"Não tomem água de torneiras ou qualquer tipo de água,por que podem estar com uma doença contagiosa,tenham muita atenção
essa doença pode causar..."

À transmissão começa a ficar ruim e não entendo,tento arrumar colocar em varias direçôes mas
nenhum sucesso,desligo de vez o velho radio,começo a refletir a frase dita.
-Água contaminada?
Volto a cozinha,olho os vidros ao chão e a água espalhada,e eu quase bebi a água amaldiçoada.
-Será isso a resposta pra todo o terror que passei?
Descido então sair a procura de respostas,abro a porta da cozinha com maior silencio e sair na rua a procura de alguém qualquer,
sigo ao corredor com cautela,ao chão vejo um cabo de vassoura e apanho para me defender caso algo aconteça alias vou passar pela casa
maldita.Em frente alguns metros vejo a porta da cozinha ainda esta aberta e me aproximo da porta com o cabo de vassoura em maus,passamdo pelo cómodo sigo até portão que vai a garagem,abrindo o trinco escuto algo cair dentro da casa,fico curioso e volto em direção do
barulho pela cozinha,ao entrar vejo sangue nas paredes a direita de minha visão escorrido proximo ao corredor dos quartos, seguindo a mancha a primeira porta a esquerda esta aberta e vejo ao chão um mais sangue espalhado ,paro em frente vejo adiante é o banheiro com alguns pedaços de minha Tia,tomo um tremendo susto ao escutar a ultima porta a se abrir devagar,em frente vejo entre vão da meu Tio em pé rosnando,derrepente começa
a gritar daquela forma,me assusto e bato o cabo de vassoura na porta,abrindo-a totalmente,mas a tempo me afasto e deixo cair o vaso de flores no
piso,após perceber que acabo de fazer uma cagada aparece sobre meus olhares e seu olhar de raiva e sangue em todo corpo,começo a correr em disparada
a saída desta casa,consigo chegar a porta da cozinha e fecho sem a chave fazendo com que me de tempo de ir a garagem com vida,nos portões da garagem
estão os cadeados pego todos e começo a tranca los do lado de fora,consigo termianr com vida e correndo em minha direção todo ensanguentado com fúria total disposto a querer me estrangular até a morte,com medo tropeço no degrau atrás e caido sobre a calçada vejo seu braço entendido tentando me pegar com toda força,sua boca toda babada
como se fouce um cão com raiva,totalmente espantado começo a correr a minha direita até a esquina da rua,e ao som de pneus em derrapagem,quase fui atropelado,
desesperado pesso ajuda ao motorista.

(Leandro)-Senhor por favor pode me ajudar?
(Senhor) -Você é louco?Não enxerga a rua?
(Leandro)-Senhor por favor me ajude.
(Senhor) -O que aconteceu garoto?
(Leandro)-Não tenho tempo pra explicar senhor por favor deixe-me entrar em seu carro e ir pra outro lugar
(Senhor) -Ta garoto mas qual lugar por que você esta tão desesperado assim?
(Leandro)-Eu explico no caminho
Entro em seu carro,e começo a contar a terrível historia,o senhor acha que estou maluco ou sobre efeitos de drogas e não acredita no que eu digo,diz que vai me levar ao hospital,volto a insistir na historia e nada o convence,pergunto se teve algum tipo de contato família ou alguém da rua, e me disse que acabou de sair de sua casa sem falar com ninguém e quando saio estava tudo normal,pergunto-lhe se bebeu água,e ficoespantado com a resposta a dizer que bebeu ao sair de casa,desesperado pesso pra parar o carro e me deixar,o senhor começa ficar nervoso com minhas atitudes e decide logo me levar a policia,tendo
certeza do que esta pra acontecer tomo uma atitude brusca,avanço em seu volante fazendo com que o senhor bata o carro violentamente em um muro a dois quarterões de minha casa,
uma batida violente,bato minha testa sobre o porta luvas e fico totalmente zonzo e com muita dor na cabeça,ao capo todo amassado e saindo fumaça,olho a esquerda o motorista com
nariz todo ensanguentado e com os olhos fechados,acredito que aquele não desperte agora,vejo que esta com o sinto de segurança,abro a porta para sair do carro,uso o sinto
de segurança do passageiro amarrando o com o do motorista,fazendo um tremendo embrameiro mais com a intenção dele não sair dali quando despertar.Vou dando alguns passos
com minha mão encostada sobre o machucado que por sinal doía muito.Esta prestes a escurecer,e próximo ao um carro batido e um senhor inconsciente com informações sobre o que esta
acontecendo,sem lugar a ir não tendo ideia do que fazer,aqui começa minha sobrevivência.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sobrevivência


Capitulo Dois: Um Pesadelo Real


No mesmo dia:Após aquele terrível pesadelo,me levanto atento e olho em minha cortina e não vejo a sombra em que vi em meu
pesadelo,me levanto e vou em direção a cozinha,verifico se a porta esta trancada,ainda sinto como se estive nele, com calafrios,abro a com medo ,sinto meus batimentos cardíacos,olho no corredor da varanda dos dois lados,só sinto o vento bater em meu corpo sentindo um arrepio de tanto medo,vou até o primeiro portão que da acesso a garagem,chego perto ao e apenas observo ,ainda meus parentes não chegaram,o carro não estava la,volto a cozinha em fecho a porta com a chave,vou até a sala e verifico o telefone para ligar meu amigo Àndre,mi assusto com o telefone ainda mudo, sento ao sofá,paralisado começo a pensar em meu pesadelo,não acreditando em o que esta acontecendo
- será o que aconteceu estas por vir?
A tarde chega,descido sair de casa mesmo apavorado,vou até Bruna pra contar a ela o que aconteceu,Bruna mora perto de minha casa,corto algumas esquinas e ainda acho estranho de não avistar ninguém nas ruas.Bruna esta em frente sua casa sentada ouvindo musica em seu MP3,ao mi avistar se levanta e abre um sorriso ao me ver.

(Bruna) -Ola Leandro,tudo bem com você?
(Leandro) -Ola querida Bruna,posso entrar em sua casa?
(Bruna) -Pode sim mais o que aconteceu?
(Leandro) -Lhe contarei la dentro.

Primeiro lhe pergunto se seu telefone esta mudo,começa a me dizer que esta mudo desde quando despertou pela manha, em seguida conversp sobre meu pesadelo em que tive a poucas horas,após algumas gargalhadas ela diz:
(Bruna) -Leandro isso foi apenas um pesadelo,aviso a que era tão real e assustador e nada faz com que ela acredite ,me oferece um copo d'agua mas recuso seu pedido, um barulho em seus portões,diz que sua mãe chegou e pedi para lhe esperar aqui que voltaria.Ao esperar dez minutos começo a ouvir uma discussão entre as duas,aproximando me escondido apenas ao observar as duas,sua mãe aparenta esta muito brava com ela,pelo fato de não ter ido em sua escola hoje,Bruna se defende como pode mais sem razão,sua mãe começa a ter ataques de nervosismo e se ajoelha no chão da cozinha,preocupada Bruna agacha e pergunta como esta e como sente ,torna a levantar com um olhar raivosa sua filha, espantado ao ver agredir Bruna com
um empurrão que faz com que bata com as costas na geladeira e com impacto cai deitada sobre o chão.Sua mãe apanha uma faca de cozinham,fecho meus olho e lembro de meu pesadelo o grito assustador das pessoas em que me mataram,derrepente ouço o grito de sua mãe
abro meu olhos e o medo faz com que minha pele fique fria com o terror,vejo sangue sobre o chão e Bruna sendo esfaqueada a sangue frio.Terminado o massacre sua mãe larga a faca e torna a fazer aquele grito de terror,assustado vou até o quarto de Bruna refugiar, me escondo em seu armário com as roupas sobre os cabides cubro meu corpo e meu rosto mais com apenas um olho tenho visão pelo vácuo do armário e consigo enxergar a porta de seu ex quarto.Dentro do armário de Bruna espero por uma brecha pra fugir dessa casa amaldiçoada, ouso passar em direção ao quarto,suando frio e tremendo pelo terror,vejo sua mãe na porta com sangue entre as mãos, com olhar raivoso e com respiração de quem esta querendo matar,minhas pernas estão sem controle e piso em um de seus sapatos fazendo um pequeno barulho,neste momento minhas mãos começam a tremer com tanto medo,sua mãe vem em direção ao armário rosnando como um animal ferós,entra a pequena linha entre as portas
do armário nossos olhos se encontram e torna a gritar novamente,desesperado empurro com tudo a porta do armário fazendo com que caia sobre a cama, saio correndo em direção a saída sem olhar para trás,derrubando objectos,passo entre a sala e vejo o longo correr para saída,abrindo os portões rapidamente saio pela rua correndo.Em frente minha casa vejo que o carro esta na garagem entro desesperado,deixando os portões
arreganhados,passo no corredor e na porta da cozinha algo ainda mais aterrorizante do que presenciei esta tarde.Ao olhar o desespero toma conta de meu espírito,ao ver começo a acreditar em meu pesadelo,meu Tio com uma marreta estava estourando a cabeça de minha querida Tia que se encontrava no chão sem movimentos, dou pequenos passos sem fazer se quer outro barulho,e tento fugir do inferno em que vi,para me manter seguro tenho uma ideia quando estava saindo daquela horror, corro até a casa de minha mãe.Não vejo ninguém tranco todas as portas e janelas possíveis, e aterrorizado com o que vi pela tarde sento em um canto do quarto.
O pesadelo tornou realidade,a coisas terríveis acontecendo primeiro Bruna sendo morta pela própria mãe, e chegando em casa vejo meu Tio matando minha Tia, não sei o que estais acontecendo mais desse quarto eu não vou sair.

quinta-feira, 1 de abril de 2010

Sobrevivencia

Capitulo Um: Um novo Dia


17 de Julho em uma sexta-feira de manha,mi levanto para começar um novo dia,não muito disposto a fazer como sempre,
começo minha primeira refeição,não com muitas coisas apenas algumas torradas com manteiga e um copo de leite frio,
tomando meu café percebo que não a ninguém em casa,e sem avisos,um dia comum,após a refeição vou em direcção a meu computador o ritual de todo santo dia,ligo meu computador vejo minhas paginas atualizo arquivos programas,e converso com amigos pela Internet
para marcar pra sair,converso com André,Monica,Samanta e Cristian.Após conversamos combinamos de ir a uma balada hoje por volta de 22:00 marcamos o local que seria em frente a um Super mercado perto da balada onde marcamos de ir.Depois de combinar a onde nos encontraremos,torno a desligar meu computador e vou até a casa de minha querida mãe,em minha garagem vejo em que o carro de minha tia não esta e nem a moto de meu Tio,vejo que eles vão demorar,chegando a casa,percebo que não ninguém todos saíram e estou eu sozinho - não tem coisa melhor.Procuro algo a fazer ligo a televisão pra ver alguma programação boa e não acho nada de importante ou bom,vou escutar uma musica alto e tomar aquele banho de manha,escutando aquele classic rock e cantando no chuveiro mal mais tentando,todo um banho rápido e começo a mi trocar,arrumar um rapaz bem vaidoso digamos,passando um gel,perfume e um roupa bonita,ao terminar vou a até a outra casa onde estava,nenhum sinal de vida,ninguém chegou em casa,ligo a TV novamente,os canais fora de área
sem opções vou até meu computador novamente,só pra passar o tempo dessa vez,ao conectar minha Internet diz que a problema na conexçâo,acho estranho é difícil ocorrer erros como esse,vão ligar pra saber o que acontece,chego ao telefone e esta mudo,sem poder o que fazer nada vou até a casa de meu amigo Cleiton ver como estas,faz tempo que não a vejo.Ao sair tranco meus portões e escondo a chave num lugar secreto para protecção após trancar os portões saio a rua na aquele frio o céu acinzentado não a nenhuma movimentação de carros e pessoas,ruas vazias,acho estranho ninguém querer sair de casa num dia tão belo de frio,indo a caminho da casa de Cleiton não encontro se quer alguém nas ruas,as pessoas estão trancadas em suas casas é o que acho.Chegando a casa de Cleiton começo a chamar seu nome,grito lhe seu nome por alguns minutos e ninguém a aparecer pelo menos pra mi atender,fico irritado e torno a voltar a minha casa.Em frente ao portal de casa pego as chaves no local secreto e abro-lhe os portões,atravessando a cozinha e chegando na sala,ligo a TV,ainda sem sinal,entediado deito em meu sofá e descanso a final Cleiton mora longe, começo a ter pequeno sono e torno a cochilar.
Acordo der repente assustado,com a impressão de estar sendo visado,lembro em que fechei os portões com cadeados por segurança,as cortinas tampão as janelas impedindo que veja algo na rua e na garagem,vou até a cozinha não tinha lembrado de ter fechado a porta da cozinha,estando trancada mi sinto mais seguro,voltando a sala mi assusto com uma sombra trazes da cortina,percebo que a pessoa esta tentando abrir a janela fazendo um barulho esquisito e desespero e com muita pressa,fico nervoso por que deve ser minha tia enchendo o meu saco logo,ao abrir a cortina mi assusto com o vejo uma pessoa que nunca a vi pela região,um rapaz moreno com as pupilas estaladas e seus olhos arregalados ao mi ver ,der repente começa a gritar de desespero tentando abrir a janela de qualquer forma, o medo toma conta de min e muito assustado dou pequenos passos para trais,e ao olhar a rua pela janela percebo achegada de mais três pessoas uma mulher branca com cabelo preto começa a dar socos na janela
e mais dois homem um esta sem camiseta e outro começa a bater forte pela janela,totalmente apavorado vou até o telefone ligar pra policia,e continua mudo,paralisado pelo terror minhas pernas tremendo sem ter noção do que fazer,o vidro da janela começa a trincar até que uma certa pancada ela se quebra,e as pessoas vem em minha direcção como se fouce uma cobra dando seu bote,ao mi derrubar sobre a sala começaram e dar socos e puntapés com muita força,um deles foi até a cozinha pegar uma faca,e sendo agredido em minha sala,o homem com a faca vem em minha direcção,eles continuam a gritar com muita raiva,até que a lamina começa acorta meu pescoço com muita rapidez,sentindo uma dor imensa e sangrando até morrer,tentando dar meus últimos suspiros.Chegou a minha hora sem saber como isso foi acontecer e o por que, sentindo muito frio e perdendo a visão,sintindo as ultimas batias do meu coração fraco e a beira da morte,respiro fundo, fecho meus olhos, e acordo assustado em minha sala deitado no sofá com a mão no pescoço.
Suando frio eu acordo desse pesadelo que porem muito real,será que foi um aviso?

sábado, 13 de março de 2010

Ao Som da Chuva


Gotas então a cair sobre o solo,
Sinto que não são gotas de chuva,
gotas de uma tristeza e infelicidade,
uma chuva que parece não acabar,
ao som da chuva sinto teu sofrer,
segure minha mão,irei levar ti a onde não chove
o som é diferente,e a felicidade é imensa
segure minha mão.